Marcelino - 30 de junho de 296 - 25 de outubro de 304.
Durante a perseguição dicocleciana iniciada em 303, Marcelino obedeceu às ordens imperiais para entregar cópias da Sagrada Escritura e outros livros sagrados e oferecer incenso aos deuses. Alguns historiadores acham que ele foi deposto ou abdicou antes de morrer. seu nome foi realmente omitido da lista oficial dos papas.
Marcelo I - novembro de 306 - 16 de janeiro de 308
Marcelo é mais conhecido por sua atitude severa para com os cristãos que transigiram durante a perseguição - tão severa, que o novo imperador, Mexêncio, acabou banindo-o da cidade como perturbador da paz.
Eusébio - grego - 18 de abril - 21 de outubro de 310
O pontificado excessivamente breve de Eusébio foi dominado por completo pelo problema dos que transigiram na fé durante a perseguição diocleciana. Como seus antecessores, Eusébio adotou uma abordagem pastoral, oferecendo reconciliação total aos que se arrependessem de seus pecados e fizessem penitência apropriada.
Melquíades - africano, 2 de julho de 311 - 11 de janeiro de 314
Conhecido como Milcíades, seu pontificado foi no período de Constantino concedeu posição privilegiada à Igreja. Contudo, o pontificado de Melquíades fora marcado pela heresia donatista. Foi apelado a Constantino a convocação de um concílio par resolver tais questões. Porém ele faleceu antes.
Silvestre - 31 de janeiro de 314 - 31 de dezembro de 335
O pontificado de Silvestre I foi de quase 22 anos, durante os quais Constantino era imperador. Neste período também realizou-se o primeiro concílio ecumênico, com a presença de 250 bispos. Foi o concílio que definiu pela primeira vez a divindade de Jesus Cristo, ensinando que ele é da mesma natureza ou substância que Deus Pai. Conforme o autor do livro, o pontificado de Silvestre não teve brilho, mas o mesmo construiu duas grandes basílicas: a de São Pedro e a de São João de Latrão.
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